segunda-feira, 8 de abril de 2013

Datas comemorativas



                                                                        
                   
                              

P lanejamento: 08 à 19 de Abril de 2013

Para essas semanas trabalharemos algumas datas comemorativas: Dia do livro, índio,            Tiradentes, Descobrimento do Brasil.

  • Educação Infantil: Explorar a temática o índio e ensaios para culminância.
  • Ensino Fundamental I: O dia do livro.
Ações:
- Discussão sobre a origem da comemoração do dia do livro em homenagem a Monteiro Lobato.
- Apresentação da biografia de Monteiro Lobato.
- Exploração das obras: Fábula – A águia e a coruja, O sítio do Pica-pau Amarelo.
- Ensaios para apresentações.

1° ano: Dramatização com fantoches;
2° ano: Coreografia da música: Emília ( caracterizada).
3º ano: Fábula: A águia e a coruja ( dramatização)
4º e 5º anos: Dramatizações com os personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo.

  • Ensino fundamental II: Oficinas de artes sobre o índio.
A teoria (cultura indígena, formação do povo brasileiro, o descobrimento do Brasil) será abordada pelas docentes de Língua Portuguesa, História: Elania e Marize.
Professora de artes: Sugestões de produções, orientações, para confecção de maquetes extra-classe.

6º ano: Moradia
7º ano: Trabalho
8º e 9º anos: Descobrimento do Brasil.

A culminância ocorrerá no dia 19 de Abril nos turnos matutino e vespertino.

                                                                                  





http://www.brasilescola.com/upload/e/dia%20nacional%20do%20livro%20infantil.jpg
ORIGEM DO DIA DO LIVRO:
O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.
“Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que dava à leitura e sua forte influência no mundo literário.
Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.
Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso.
Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.
Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira que preparava famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor-de-rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio?
Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré fêmea muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como com personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos.
Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.
Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juveniL

Biografia de Monteiro Lobato:

Monteiro Lobato (1882-1948) foi um escritor brasileiro. "O Sitio do Picapau Amarelo" é uma de suas obras de maior destaque na literatura infantil. Foi um dos primeiros autores de literatura infantil em nosso país e em toda América Latina. Tornou-se editor, criando a "Editora Monteiro Lobato" e mais tarde a "Companhia Editora Nacional". Metade de suas obras é formada de literatura infantil.
Monteiro Lobato (1882-1948) nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô o Visconde de Tremembé. Desde menino já mostrava seu temperamento irrequieto, escandalizou a sociedade quando se recusou fazer a primeira comunhão. Fez o curso secundário em Taubaté. Estudou no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo.
Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na capital, em 1904. Na festa de formatura fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté. Prestou concurso para a Promotoria Pública, assumindo o cargo na cidade de Areias, no Vale do Parnaíba, no ano de 1907.
Monteiro Lobato casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Com ela teve quatro filhos, Marta (1909), Edgar (1910), Guilherme (1912) e Rute (1916). Paralelamente ao cargo de Promotor, escrevia para vários jornais e revistas, fazia desenhos e caricaturas. Ficou em Areias até 1911, quando muda-se para Taubaté, para a fazenda Buquira, deixada como herança pelo seu avô.
No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo publicou uma carta sua enviada à redação, intitulada "Velha Praga", onde destaca a ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo "Urupês", onde aparece pela primeira vez o personagem "Jeca Tatu".
Em 1917 vende a fazenda e vai morar em Caçapava, onde funda a revista "Paraíba". Nos 12 números publicados, teve como colaboradores Coelho Neto, Olavo Bilac, Cassiano Ricardo entre outras importantes figuras da literatura. Muda-se para São Paulo, onde colabora para a "Revista do Brasil". Em seguida compra a revista e a transforma em editora. Publica em 1917, seu primeiro livro "Urupês", que esgota sucessivas tiragens. Transforma a Revista em centro de cultura e a editora numa rede de distribuição com mais de mil representantes.
No dia 20 de dezembro de 1917, publica no jornal O Estado de São Paulo, um artigo intitulado "Paranoia ou Mistificação?", onde critica a exposição de Anita Malfatti, pintora paulista recém chegada da Europa. Estava criada uma polêmica, que acabou se transformando em estopim do movimento modernista.
Monteiro Lobato, em sociedade com Octalles Marcondes Ferreira, funda a "Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato". Com o racionamento de energia, a editora vai à falência. Vendem tudo e fundam a "Companhia Editora Nacional". Lobato muda-se para o Rio de Janeiro e começa a publicar livros para crianças. Em 1921 publica "Narizinho Arrebitado", livro de leitura para as escolas. A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras de seu personagem em outros livros girando todos ao redor do "Sítio do Picapau Amarelo". Em 1927 é nomeado, por Washington Luís, adido comercial nos Estados Unidos, onde permanece até 1931.
Como escritor literário, Lobato destacou-se no gênero "conto". O universo retratado, em geral são os vilarejos decadentes e as populações do Vale do Parnaíba, quando da crise do plantio do café. Em seu livro "Urupês", que foi sua estreia na literatura, Lobato criou a figura do "Jeca Tatu", símbolo do caipira brasileiro. As histórias do "Sítio do Picapau Amarelo", e seus habitantes, Emília, Dona Benta, Pedrinho, Tia Anastácia, Narizinho, Rabicó e tantos outros, misturam a realidade e a fantasia usando uma linguagem coloquial e acessível.
O livro "Caçadas de Pedrinho", publicado em 1933, que faz parte do Programa Nacional Biblioteca na Escola, do Ministério da Educação, está sendo questionado pelo movimento negro, por conter "elementos racistas". O livro relata a caçada a uma onça que está rondando o sítio. "É guerra e das boas, não vai escapar ninguém, nem tia Anastácia, que tem cara preta".
José Renato Monteiro Lobato morreu no dia 5 de julho de 1948, de problemas cardíacos.

Obras de Monteiro Lobato

Idéias de Jeca Tatu, conto, 1918
Urupês, conto, 1918
Cidades Mortas, conto, 1920
Negrinha, conto, 1920
O Saci, literatura infantil, 1921
Fábulas de Narizinho, literatura infantil, 1921
Narizinho Arribitado, literatura infantil, 1921
O Marquês de Rabicó, literatura infantil, 1922
O Macaco que se fez Homem, romance, 1923
Mundo da Lua, romance, 1923
Caçadas de Hans Staden, literatura infantil, 1927
Peter Pan, literatura infantil, 1930
Reinações de Narizinho, literatura infantil, 1931
Viagem ao Céu, literatura infantil, 1931
Caçadas de Pedrinho, 1933
Emília no País da Gramática, literatura infantil, 1934
História das Invenções, literatura infantil, 1935
Memórias da Emília, literatura infantil, 1936
Histórias de Tia Nastácia, literatura infantil, 1937
Serões de Dona Benta, literatura infantil, 1937
O Picapau Amarelo, literatura infantil, 1939

Fábulas de Monteiro Lobato

O Cavalo e o Burro
A Coruja e a Águia
O Lobo e o Cordeiro
O Corvo e o Pavão
A Formiga Má
A Garça Velha
As Duas Cachorras
O Jaboti e a Peúva
O Macaco e o Coelho
O Rabo do Macaco
Os Dois Burrinhos
Os Dois Ladrões
A caçada da Onça

Jeca Tatu

É no livro "Urupês", que Monteiro Lobato retrata a imagem do caipira brasileiro, onde destaca a pobreza e a ignorância do caboclo, que o tornava incapaz de auxiliar na agricultura. O Jeca Tatu é um flagrante do homem e da paisagem do interior. O personagem se tornou um símbolo nacionalista utilizado por Rui Barbosa em sua campanha presidencial de 1918. Na 4a edição do livro, Lobato pede desculpas ao homem do interior.

Informações biográficas de Monteiro Lobato:

Data do Nascimento: 18/04/1882
Data da Morte: 04/07/1948
Nasceu há 130 anos
Morreu aos 66 anos
Morreu há 64 anos


quinta-feira, 7 de março de 2013

Hisória: a lebre e a tartaruga

A Lebre e a Tartaruga - Retirado da net.

Vídeo: a lebre e a tartaruga

Vídeo: A lebre e a tartaruga

Sugestão de atividade: A lebre e a tartaruga


Trabalhar nas aulas de artes: Recorte e colagem  

 Leitura e interpretação para 1º e 2 ano:

 

FÁBULA: A LEBRE E A TARTARUGA

Para essa semana, selecionamos em A.C que trabalharemos a fábula: a lebre e a tartaruga. Faremos reflexões acerca da moral da fábula e abordaremos aspectos linguísticos a partir dela e revisaremos a biografia do fabulista Esopo.

 

A lebre e a tartaruga

Certo dia uma lebre topou com uma tartaruga e, ao ver como ela andava devagar, caiu na risada e fez muita troça.
― Como você é lenta e desajeitada ― disse a lebre. ― É tão desengonçada, andando com essa sua concha pesada, que até admira que consiga chegar a algum lugar.
A tartaruga deteve-se na estrada poeirenta, levantou a cabeça, virou-se para a
lebre e sorriu.
― Então vamos apostar uma corrida ― disse ela.
― Na hora que você escolher. Aposto dez moedas por dez quilômetros.
A lebre se pôs a dar pulos toda animada.
― O quê! Dez moedas? Podemos começar agora mesmo? Só dez quilômetros?
E sem esperar pela resposta da tartaruga, disparou pela estrada.
A tartaruga saiu atrás, com toda a lentidão. Sem olhar para trás nem pra os lados, foi seguindo a passo firme e regular pela estrada.
Num instante, a grande velocidade da lebre deu-lhe uma grande dianteira, e ela,rindo consigo, virou-se para ver a que distância se encontrava a tartaruga. Não conseguiu avistá-la, e, como estava um pouco cansada e achou que um descanso
seria muito agradável, acomodou-se ao lado de uma placa da estrada, para tirar uma soneca.
― Vou dormir um pouco ― disse ela. ― Tenho muito tempo, e se a minha vagarosa amiga passar por aqui enquanto eu estiver dormindo, eu acordo, alcanço-a,
e ainda assim venço a corrida com facilidade.
A tartaruga, enquanto isso, ia avançando, e depois de muito, mas muito tempo,chegou à placa da estrada, embaixo da qual a lebre roncava sonoramente. A tartaruga não parou. Sem hesitar, foi em frente, levando às costas o seu grande casco, rumo ao distante marco de chegada.
A lebre, muito confiante na própria vitória, dormiu a sono solto ao sol. Quando finalmente acordou, já era quase noite: ela tinha dormido demais! Piscou, pôs-se de pé com um pulo, olhou de um lado e de outro e saiu em disparada. Embora corresse mais rápido do que o vento, não conseguiu alcançar a tartaruga. Quando atingiu o marco de chegada, a tartaruga já estava lá, sorrindo calmamente consigo mesma. Devagar se vai ao longe.
( Mathias, R. Fábulas de Esopo. São Paulo: Círculo do livro, 1983)
 
Interpetração:

1.Na sua opinião, Por que a lebre aceitou o desafio da Tartaruga?

2- Você é capaz de identificar pelo comportamento qual o tipo de personalidade de cada um dos personagens da trama?
3- O que aconteceu depois que os dois competidores partiram do ponto inicial?
4 -Você consegue relatar alguma situação da vida real que se assemelhe ao exemplo da fábula?
5-Você seria capaz de descrever, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?


Questões de Interpretação e Compreensão

1) Quem conta a história? Assinale a resposta correta:
( ) A tartaruga ( ) A lebre ( ) O narrador
Justifique a sua resposta:
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2) Por que a lebre estava certa que iria ganhar a corrida?
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3) O que fez a lebre perder a corrida?
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4) Qual foi a primeira atitude da lebre após o desafio feito pela tartaruga?
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5) Por que a tartaruga venceu a competição, mesmo sendo tão lenta?
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6) O que você pensa sobre quem tem atitudes como a da lebre?
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7) Relacione de acordo com a ordem dos acontecimentos da história:
( 1 ) começo ( 2 ) meio ( 3 ) fim

( ) “A tartaruga não parou. Sem hesitar, foi em frente, levando às costas o seu
grande casco, rumo ao distante marco de chegada.”

( ) “― É tão desengonçada, andando com essa sua concha pesada, que até admira
que consiga chegar a algum lugar.”

( ) “Sem olhar para trás nem pra os lados, foi seguindo a passo firme e regular pela
estrada.”
8) Relacione corretamente:
( 1 ) tartaruga ( 2 ) lebre
( ) fez muita troça ( ) andava devagar ( ) dormiu a sono solto ao sol
( ) levantou a cabeça, virou-se e sorriu ( ) deu pulos toda animada

9- Se você fosse a tartaruga, o que diria à lebre no momento do desafio para a
corrida?

AÇÕES DO PROJETO: UMA VIAGEM AO MUNDO DAS FÁBULAS



O leão e o rato

Estava um rato prestes a ser devorado por um gato faminto quando um leão que passava por perto, comovido com seu desespero, espantou o gato pra longe. Refeito do susto, o ratinho agradeceu:
– Muito obrigado por salvar minha vida, majestade. O senhor é o rei da floresta e não precisaria se incomodar com um ser tão insignificante como eu. Mas um dia eu hei de lhe retribuir este favor.
O leão, que não havia feito aquilo pensando em recompensa, seguiu o seucaminho:
– Pobre ratinho, como poderia ele retribuir um favor ao rei dos animais?
No dia seguinte, o leão estava andando distraído quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo. Assim que pôs a pata na armadilha, a rede se fechou sobre o seu corpo.
– Ai de mim. Ficarei aqui a noite inteira até que cheguem os caçadores e me matem sem dó nem piedade.
Eis que pela estrada vem passando o ratinho seu amigo. Ao ver o leão naquela situação, prontificou-se no mesmo instante:
– É já que vou retribuir o favor que você me fez.
E pôs-se a roer as cordas até livrar o leão da rede dos caçadores.

Fábulas de Esopo. Adapt. de Ivana Arruda Leite. São Paulo: Escala Educacional. 2004.


 QUESTÕES PARA REFLEXÃO:

QUESTÃO 01
A fábula recebeu esse título porque:
a) indica que o leão é o rei dos animais.
b) indica quem são os personagens principais.
c) indica que o leão e o rato são os personagens secundários.
d) nega os fatos importantes acontecidos com todos os personagens.

QUESTÃO 02
A atitude do leão para salvar o rato demonstra:
a) inveja do gato.
b) piedade pelo rato.
c) desprezo pelo rato.
d) egoísmo por ser mais forte.

QUESTÃO 03
O sentimento do rato em relação à atitude do leão indica:
a) astúcia.
b) vaidade.
c) gratidão.
d) liberdade.

QUESTÃO 04
O leão foi aprisionado por causa:
a) da sua distração.
b) da mata fechada.
c) do desejo de vingança do gato.
d) do seu desconhecimento do ambiente.

QUESTÃO 05
O ensinamento coerente com os fatos dessa fábula é:
a) O orgulho leva à morte.
b) É melhor confiar desconfiando.
c) Quando a sorte muda, os fortes necessitam dos fracos.
d) Aos poderosos, tudo se desculpa; aos miseráveis, nada se perdoa.
QUESTÃO 06
O trecho “[...] quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo” comprova que
os caçadores pretendiam:
a) caçar o leão.
b) ajudar o rato.
c) testar a armadilha.
d) caçar qualquer animal.

QUESTÃO 07
O adjetivo pobre, empregado no 4º parágrafo, expressa:
a) posição social.
b) falta de dinheiro.
c) motivo de orgulho.
d) digno de compaixão.

QUESTÃO 08
No texto, a palavra que significa próximo de acontecer é:
a) prestes.
b) retribuir.
c) comovido.
d) prontificou-se.

QUESTÃO 09
O verbo refazer foi empregado no texto como sinônimo de:
a) reparar, arrumar.
b) reorganizar, reformar.
c) fazer de novo, corrigir.
d) restaurar as forças,revigorar-se.

QUESTÃO 10
A fala do leão preso na armadilha confirma o sentimento de:
a) falta de esperança em ser salvo.
b) surpresa com a atitude dos caçadores.
c) esperança de chegar um amigo e salvá-lo.
d) certeza de que ia livrar-se sozinho da armadilha.

FONTE:  Amanda Cangussu para Professores Solidários.